Sobre ESJ

Historial :

A Escola Superior de Jornalismo(ESJ) foi criada através do decreto 27/2008, de 1 de Julho, no quadro da expansão do ensino superior em Moçambique com o objectivo de formar profissionais qualificados em Ciências da Comunicação e da Informação.

A ESJ iniciou as suas actividades académicas no ano de 2009, nas instalações da Escola de Jornalismo, com cerca de 75 estudantes, para o curso das Ciências da Comunicação, nas habilitações de Jornalismo, Relações Públicas e Publicidade & Marketing. No ano de 2010, foi introduzido o curso de Ciências da Informação, com habilitação em Biblioteconomia e Documentação.

No âmbito da expansão do ensino superior, em 2013, a ESJ abriu a sua 1ª Delegação Académica em Manica (Chimoio), como forma de reduzir a distância para o elevado número de candidatos aos cursos fornecidos por esta Instituição do Ensino Superior.

A Delegação Académica de Manica (DAM) iniciou com as suas actividades em Agosto de 2013, com o curso de ciências da comunicação, com habilitações em Jornalismo e Relações Públicas, ois anos depois (2015) a delegação introduziu o curso de Biblioteconomia e Documentação.

A ESJ introduziu, em 2015, em Maputo e na Delegação Académica de Manica, os cursos em Regime Pós-Laboral, como resposta à necessidade de fazer crescer a oferta de cursos de formação superior, sobretudo aos profissionais no mercado de trabalho que não possuem disponibilidade para atender os cursos no período laboral.

Missão:
Formar técnicos superiores e pesquisadores em Ciências da Comunicação e da Informação que respondam às necessidades da sociedade.

Visão:
Ser uma EIS de prestígio nacional e internacional na formação em Ciências da Comunicação e da Informação.

Princípios:

  1. Democracia e respeito pelos direitos humanos:
  2. Igualdade e não discriminação;
  3.  Valorização de ideais da pátria, ciência e humanidade
  4. Liberdade de criação cultural, artística, científica e tecnológica;
  5. Participação no desenvolvimento econômico, científico, social e cultural do país, da região e do mundo;
  6. Autonomia científico-pedagógica, administrativa e disciplinar.